SEJAM BEM VINDOS!!!


domingo, 5 de fevereiro de 2012

TERESÓPOLIS


A vista que se tem do Soberbo
Eu e Marilda,e a beleza do entardecer...


NO  SOBERBO,UMA VISTA SOBERBA,COM O DEDO DE DEUS AO FUNDO   


Hoje à tarde,saímos com a intenção de fotografar o por do sol em nossa cidade e nos dirigimos ao Soberbo,local que possui uma das vistas mais bonitas que meus olhos já tiveram a oportunidade de vislumbrar.Pessoas de todas as partes do país param no mirante e se deslumbram com a visão e com o colorido da Baia de Guanabara ao longe...
O Dedo de Deus é um espetáculo à parte,que a todos encanta
com sua magnitude.Sente-se a presença do Criador e toda a força da natureza.

  Emocionante!!!
Já em casa
                                                                                                         
                                                                                                         

sábado, 4 de fevereiro de 2012

O ANO DO PENSAMENTO MÁGICO --- UM LIVRO QUE AMEI


O Ano do Pensamento Mágico
 Lendo este livro me veio à memória a mais triste etapa de minha vida:o falecimento de meu pai.Ele morava no Rio de Janeiro e eu na fazenda a quilômetros de distância...tive que ir de ônibus e me falaram que êle estava passando mal,apenas uma coisa simples...qdo chegamos ao apartamento ele nâo estava e descemos prá pegar um taxi e eu ainda supondo que iriamos para um hospital...meu marido,entâo disse ao motorista que se dirigisse ao Cemitério São João Batista...imaginem vocês o choque que levei e como fiquei depois.Não consegui chorar e queria que todos saíssem de perto do corpo,foi muito,muito traumatizante.Quando,depois da Missa de sétimo dia,voltamos para casa eu não queria ver ninguém,não queria ir dar aula,mas uma amiga me levou e pediu ás pessoas pra não tocarem no assunto comigo...e assim aconteceu,ninguém falou nada.Demorou até eu aceitar,mas o trabalho foi me envolvendo e as crianças me solicitando,até que eu conseguisse superar e passar a encarar,não sem sofrer, mas de uma forma mais natural o que havia acontecido .

Um trecho do livro...espero que gostem.
A dor ocasionada pela perda de um ente querido é um estado que nenhum de nós conhece antes de termos passado por isso.Temos a espectativa(e sabemos)que alguém próximo de nós pode morrer,mas não conseguimos enxergar além dos poucos dias ou semanas imediatamente subsequentes a uma tal morte imaginada.Equivocamo-nos até quanto à natureza destes poucos dias ou semanas.Imaginamos que,se a morte for súbita,sentiremos um choque.Não esperamos que esse choque seja aniquilador,causando uma desestabilização,tanto para o corpo quanto para a mente.Imaginamos que vamos ficar prostrados, loucos com a perda.Não imaginamos que vamos ficar literalmente malucos,tipo "clientes equilibradas que acreditam que o marido delas vai voltar e vai precisar dos sapatos dele".Na versão da dor que imaginamos,o modelo será sempre "curativo".Um certo impulso para seguir adiante vai prevalecer.Os piores dias vão ser os primeiros.Imaginamos que o momento que vai nos testar com mais dureza será o enterro,após o qual esta cura hipotética vai começar a ocorrer.Quando pensamos no enterro,ficamos imaginando se conseguiremos enfrentar a situação,mostrando a força que, invariavelmente,é mencionada como sendo a reação correta com relação à morte.Imaginamos que teremos que nos fortalecer para enfrentar aquele momento.Não temos como saber que o evento em si vai ser uma coisa anódina,um tipo de regressão narcótica na qual estaremos envoltos pelo cuidado dos outros tomadospela gravidade e pelo significado da ocasião.Também não podemos saber que , depois do fato(e aqui está o cerne da diferença entre a dor e a perda, como a gente imagina que seja, e como ela realmente é), sentiremos uma ausência infindável,um vazio, verdadeiro oposto do significado da vida,uma incessante sucessão de momentos nos quais nos confrontamos com a falta de sentido das coisas.(O Ano do Pensamento Mágico.Joan Didion,p.186)

Fiquei verdadeiramente encantada com a leitura deste livro e espero que vocês também o apreciem.
        Bjsssssssss



sábado, 21 de janeiro de 2012

Aos meus amigos

Amigos queridos,meu computador está parado para um pequeno tratamento e só  retornarei às postagens e comentários quando ele estiver completamente curado.

            Sinto muitíssimo,vocês não imaginam quanto.É como se tirassem um pedaço de mim...

              Bjsssssss
 

domingo, 15 de janeiro de 2012

Temple Grandin /Belíssimo filme



Longe de ser dramalhão biográfico cheio de clichês, Temple Grandin emociona, diverte e reconta uma história incomum, cujo final feliz depende, exclusivamente, dos resultados obtidos por uma autista que se tornou Doutora e expandiu horizontes para milhares.
por Fábio M. Barreto, de Los Angeles
Quando Temple Grandin se vê diante de um estímulo, ela responde de forma diferente que eu ou você. Sua mente busca referências, mostra imagens e exemplos concretos do assunto tratado, seja uma mera menção a sapatos ou a mecânica envolvida no ato de se abrir um portão. Sua mente funciona de forma concreta, logo, evoluiu na direção da obtenção de resultados como conclusão de qualquer idéia. Ela é incapaz de abstrair. Ela é uma respeitada especialista na engenharia agropecuária. Ela é autista. Diagnosticada com autismo em meados da década de 50, quando ser autista significava ser internado sem expectativas de melhora, a Dra. Temple Grandin trilhou um caminho improvável e, em fevereiro de 2010, ganhou uma telebiografia produzida pela HBO e estrelada de forma brilhante por Claire Danes. Assim como a mente concreta de Temple, tantas variáveis positivas levaram a um resultado palpável e incontestável: o Emmy de Melhor Filme, na noite de ontem.
Felizmente, conheço essa pequena obra-prima da televisão há um tempo. Desde fevereiro, para ser exato. Assisti à estréia de Temple Grandin, na HBO norte-americana, sem querer e fui surpreendido pela fisionomia transformada de Claire Danes, sempre com sua aura de princesa medieval ou personagem deslocada de um romance shakespeariano. Claire era outra pessoa, alguém atípico. Hora e meia depois, chorava copiosamente em frente à TV. Totalmente afetado pela história, mas, acima de tudo, orgulhoso pelas disposição e bondade presente nas pessoas que permitiram a Temple uma vida plena, a começar por sua mãe, vivida por Julia Ormond; e pelo apaixonante trabalho de David Strathairn, um ator de mão cheia e poucos louros pela grande imprensa, sempre carismático e competente em seus filmes.
Por conta de grande discussão sobre o autismo e suas possíveis razões, que inflamou a imprensa norte-americana em 2008, rendendo até mesmo uma capa da revista Time, li muito sobre o assunto. Entretanto, analisava-se apenas o aspecto social e científico dessa condição. Pouco aprendi sobre a natureza do autismo. Poder ver, compreender e mensurar os efeitos desses elementos na vida de uma pessoa, de forma tão inesperada, teve seu efeito e, instantaneamente, passei a admirar o filme e o assisto pelo menos uma vez por semana. Tudo graças ao sistema On Demand, que a Time Warner oferece aos assinantes HBO. É cômodo e embutido na mensalidade, até poder comprar o DVD. Gostei tanto que cantei essa bola diversas vezes ao recomendar esse filme, especialmente durante as gravações do RapaduraCast. É um filme que deve ser assistido, assimilado e aprendido.
O cinema e a TV estão repletas de [ótimas] histórias de superação racial, dramas pessoais, vitórias contra as improbabilidades, entretanto, a maioria delas deixa como legado seus ideais e suas jornadas. Temple Gradin tem um resultado tão concreto quanto sua imaginação, uma vez que sua relevância para os mundos médico e acadêmico é mensurada e existe única e simplesmente por suas realizações. Sua contribuição para a engenharia agropecuária lhe garantiu suporte para conquistar respeito profissional, independente de sua condição, e a partir daí construiu uma reputação como defensora dos direitos animais e porta-voz fundamental para pais e mães cujos filhos sofrem desse mal.
Acertadamente, a HBO deixou de lado qualquer entrevero familiar ou corações partidos que tenham acontecido na vida de Temple Grandin – e eles foram muitos – para focar nos momentos chave e na experiência de uma infância e juventude num mundo despreparado para suas necessidades e alienígena ao seu intelecto. Temple assume que não conseguiria ter desenvolvido a maioria de suas teorias não fosse por sua facilidade e sensibilidade ao compreender as relações animais e suas demandas. Logo, a ciência e a Humanidade devem muito a alguém, ou melhor, à soma de diversos fatores que ambas tentaram repelir e cercear em sua gênese.
Ver Claire Danes recriar tal mescla especial de sentimentos e reações de maneira tão genuína é um deleite. Não ficou feia como Charlize Theron, transformou-se totalmente em outra pessoa e permitiu que uma heroína – a seu modo – ganhasse vulto e, mesmo sem necessitar, reconhecimento nacional fora de seu ramo com o Emmy.
É de histórias assim que nosso cinema e nossa TV precisam. Sem fabricar heróis, sem dramatizar desgraças. Apenas lembranças de que bondade, força de vontade e a engenhosidade de algumas pessoas pode mudar o mundo, uma pessoa por vez, contanto que se abram as portas. Boas histórias sempre devem ser contatas e nisso a HBO é craque. Ponto.


sábado, 14 de janeiro de 2012

Aos meus amigos

Auto-Estima

Se um dia alguém fizer com que se quebre
a visão bonita que você tem de si,
com muita paciência e amor reconstrua-a.
Assim como o artesão
recupera a sua peça mais valiosa que caiu no chão,
sem duvidar de que aquela é a tarefa mais importante,
você é a sua criação mais valiosa.
Não olhe para trás.
Não olhe para os lados.
Olhe somente para dentro,
para bem dentro de você
e faça dali o seu lugar de descanso,
conforto e recomposição.
Crie este universo agradável para si.
O mundo agradecerá o seu trabalho.
Brahma Kumaris

domingo, 8 de janeiro de 2012

DE VOLTA PARA CASA


Amigos queridos,estou de volta e,enquanto me adapto novamente à rotina,trago-lhes um artigo excelente de Rosana Braga,que me fez refletir sobre vários aspectos de minha vida e de meu comportamento frente à ela...espero que gostem,da mesma forma que eu gostei.Boa leitura,meus queridos.


Que tal AGORA?!?

Por Rosana Braga

Recentemente, terminei de ler um livro fantástico chamado “Um novo mundo – O despertar de uma nova consciência”*. Nele, dentre muitos aprendizados maravilhosos, tem uma passagem que conta sobre um mestre zen que, diante de qualquer circunstância, seja ela aparentemente boa ou má, ele simplesmente pratica o estado de presença e aceitação e responde “É mesmo?”, vivendo o que há para ser vivido! Sem julgar, sem fazer ligação com o passado ou com o futuro. Simplesmente confiando na vida... 
Se você reparar, pelo menos os artigos mais recentes que tenho escrito, todos terminam convergindo para a uma idéia muito semelhante: deixar a vida fluir e viver o que está aqui, agora, neste momento, para ser vivido.
Se você pensa que estou falando de uma mesma situação ou de um mesmo aprendizado, está enganado. Apenas entrei num estado de sincronicidade incrível. O que existe dentro de mim e o que existe fora de mim tem sido, dia após dia, algo indissociável. É a unicidade da vida se manifestando milagrosamente, simplesmente porque decidi, definitivamente, que tudo é exatamente como tem de ser. 
“Mas, então, tudo se trata apenas de uma escolha?!?”, você poderia me perguntar. E eu responderia com toda a certeza: sim, apenas uma escolha! É exatamente do que se trata tudo o que você faz ou deixa de fazer na vida: uma escolha, seja ela consciente ou não! Isto é, quanto mais você entra em sintonia com o que há de mais verdadeiro em você, mais consciente será cada uma dessas escolhas que você faz a todo o momento.
“E é fácil?!?”, poderia ser a sua próxima... E eu não tentaria te iludir! Depende! Na maior parte das vezes, especialmente no início desta sincronicidade, não é tão fácil, já que estamos presos a padrões negativos que foram nutridos durante toda a nossa vida. Então, embora seja simples, nem sempre é fácil. No entanto, a cada dia que você tenta, a cada dia que você treina, torna-se mais fácil do que antes.
O segredo é abandonar a resistência. Toda a nossa dor, todo o nosso sofrimento está em resistir, em não aceitar, em brigar com as circunstâncias que não acontecem exatamente como esperávamos. Travamos uma briga interna a maior parte do tempo, seja com o trânsito, seja com o tempo, seja com alguém que tem um comportamento que nos incomoda, seja com um resultado insatisfatório, seja com nada. Isso mesmo! Brigamos até com o nada, com o que não acontece. Tornou-se praticamente um vício nos mantermos num estado de constante conflito com a vida!
E sabe o que é pior? Nem percebemos. Terminamos acreditando que é assim mesmo. Que o melhor da vida está justamente nesta tensão que parece nos motivar, neste amontoado de problemas a serem resolvidos. Afinal, se pensarmos bem, terminaríamos concluindo: o que seria nossa vida senão todas essas questões a serem ultrapassadas!
Que desperdício!!! Tenho descoberto, na prática, extasiada e feliz, o quanto posso relaxar, parar de fazer força, parar de brigar. O quanto é tão melhor e tão menos difícil viver o tão falado AGORA, que até então eu não havia sentido exatamente que tempo era esse...
Afinal de contas, quando pode ser a vida senão agora? Quando eu posso aproveitar senão agora? E agora, acreditem, neste instante, não há mais nada senão eu mesma escrevendo essas linhas. E agora, enquanto você lê, não há mais nada senão você lendo essas linhas.
O agora é tudo o que temos e o que somos. E quando conseguirmos não entender (porque a mente não é capaz de compreender o agora), mas viver de fato esse momento, viver de fato o agora, sem conduzir nossos pensamentos para o passado ou para o futuro e sem ficar analisando e julgando tudo o que acontece, como se fôssemos juízes do mundo e de nós mesmos, como se pudéssemos controlar o Universo, simplesmente entramos num estado de paz até então desconhecido... e sentimos o que é, finalmente, a felicidade.
Então, simplesmente relaxe os músculos, respire profundamente e se entregue, aceite o que for, o que vier. Tente, só por hoje, responder “é mesmo?” para tudo o que lhe acontecer, e veja o que acontece.
E quando a sua mente tentar te distrair com reclamações, indignações e tensões, apenas proponha a si mesmo: QUE TAL AGORA? E volte para o único tempo que realmente vale a pena ser vivido! Parece utopia, mas não é!
* Livro de Eckhart Tolle, Editora Sextante. O mesmo autor do também fantástico “O Poder do Agora”.
Rosana Braga