Amigos queridos,
Estou viajando e estarei de volta na terça feira.Muitos beijos,
Leninha
sábado, 17 de março de 2012
terça-feira, 13 de março de 2012
Gostaria de mandar-lhe flores,aromas e pássaros cantando...gostaria de fazer-lhe uma melodia que dissesse o meu sentir em relação a você,amiga...gostaria de estar ao seu lado e lhe dar um abraço apertado.
Como a distância não me permite realizar nenhum destes desejos,envio-lhe este poema e os meus votos de felicidades:
Saber Viver
Não sei… Se a vida é curta
Ou longa demais pra nós,
Mas sei que nada do que vivemos
Tem sentido, se não tocamos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser:
Colo que acolhe,
Braço que envolve,
Palavra que conforta,
Silêncio que respeita,
Alegria que contagia,
Lágrima que corre,
Olhar que acaricia,
Desejo que sacia,
Amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo,
É o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela
Não seja nem curta,
Nem longa demais,
Mas que seja intensa,
Verdadeira, pura… Enquanto dura.
Cora Coralina
Para você que é o retrato deste poema,os meus votos de um feliz aniversário,mãe,irmã,amiga e companheira de todos nós.
Como a distância não me permite realizar nenhum destes desejos,envio-lhe este poema e os meus votos de felicidades:
Saber Viver
Não sei… Se a vida é curta
Ou longa demais pra nós,
Mas sei que nada do que vivemos
Tem sentido, se não tocamos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser:
Colo que acolhe,
Braço que envolve,
Palavra que conforta,
Silêncio que respeita,
Alegria que contagia,
Lágrima que corre,
Olhar que acaricia,
Desejo que sacia,
Amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo,
É o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela
Não seja nem curta,
Nem longa demais,
Mas que seja intensa,
Verdadeira, pura… Enquanto dura.
Cora Coralina
Para você que é o retrato deste poema,os meus votos de um feliz aniversário,mãe,irmã,amiga e companheira de todos nós.
segunda-feira, 12 de março de 2012
Milho de Pipoca --- Rubem Alves
"Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre."
Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo.
Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa. Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser.
Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor. Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre. Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos. Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo! Sem fogo o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também.
Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer. Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente para si. Não pode imaginar a transformação que esta sendo preparada para ela. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: BUM! E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado.
Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar. São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura. No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras, a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva. Não vão dar alegria para ninguém.Extraído do livro "O amor que acende a lua", de Rubem Alves.
quinta-feira, 8 de março de 2012
RECEBI POR EMAIL E DEDICO A TODAS AS AMIGAS QUERIDAS
MULHER, ESTILO DE VIDA
Faustino Vicente *
A destinação do mês de março para a justa comemoração do Dia Internacional da Mulher, nos dá a oportunidade de destacar os avanços que as mulheres conquistaram em todas as atividades humanas.“Eu criei um estilo para o mundo inteiro. Vê-se em todas as lojas o “estilo Chanel”.Não há nada que se assemelhe.Sou escrava do meu estilo.Um estilo não sai da moda;Chanel não sai da moda”.Não resta dúvida que, Gabrielle Bonheur “Coco” Chanel (1883-1971), revolucionou a década de 20, libertando a mulher dos trajes desconfortáveis e rígidos do final do século 19.Foi com ousadia, criatividade e empreendedorismo que esse verdadeiro mito do mundo fashion legou à mulher contemporânea um novo estilo de vida. Ela viveu décadas à frente de seu tempo.
Apesar das mulheres terem quebrado barreiras,ultrapassado fronteiras e vencido limites nas carreiras,a novela ainda terá muitos capítulos.Os desafios do dia-a-dia são representados pelo machismo,assédio sexual e moral,salários inferiores aos dos homens,dupla jornada de trabalho,constrangimento nos coletivos urbanos e violência no lar, fatores inibidores ao desenvolvimento pessoal e à dignidade humana. A felicidade pode estar na “habilidade cirúrgica” em harmonizar o papel junto à família que a envolve, com o exercício da profissão que desenvolve. A mulher, mais do que o homem, tem investido em educação formal e informal.
As pesquisas mercadológicas despertaram a percepção do mundo dos negócios para as necessidades mais prementes da mulher ampliando o espaço do produto que mais seduz a mulher contemporânea - a praticidade. A diversidade de ofertas nos shopping centers,,os produtos alimentícios semi-preparados nos supermercados,o delevery,as facilidades via Internet, e a maior disponibilidade de serviços domésticos, fazem parte da receita especial do “poupa tempo feminino.” Do glamour da celebridade à ternura da maternidade, é a comportamento da mulher a fonte inspiradora das tendências do mercado consumidor.
O fantástico desenvolvimento, científico e tecnológico, tem provocado freqüentes e radicais transformações reservando o sucesso sustentado aos que tiverem a capacidade de adaptação à realidade. Algo análogo aos princípios da teoria evolutiva do naturalista britânico, Charles Robert Darwin (1809-1882). Senso de organização,planejamento, controle do (escasso) orçamento do lar e a simpatia no relacionamento interpessoal, fazem parte da receita vitoriosa da mulher,seja ela dona de casa ou astronauta da Nasa.
Entre as causas do avanço feminino no mundo dos negócios destacamos o seu mérito pessoal, a escalada do desemprego que atingiu a massa trabalhadora masculina, o sonho da independência financeira e o desejo natural de assegurar melhor qualidade de vida à família. Foi fundamental a convicção de que poderiam desempenhar, com a mesma eficácia e dignidade, tantas outras atividades laborativas como as que sempre executaram no lar - as quais nunca abandonaram. Todos esses sonhos, não foram suficientes para que perdessem a capacidade de se indignar,e agir,na busca incessante de metas comunitárias: sociedade mais igualitária socialmente, mais justa economicamente e mais fraterna.
O essencial, para homens e mulheres, é a consciência de que somos da mesma natureza e que as nossas diferenças (não são divergências) fazem parte da pluralidade de valores indispensáveis à edificação de uma sociedade sem preconceito, sem discriminação e sem violência – chagas sociais – que delatam o desrespeito a princípios sagrados de cidadania.Um simples olhar na carreira de mulheres bem-sucedidas nos revela que, além da competência técnica,da conduta ética e da habilidade eclética elas possuem determinação de alpinista, garra de lenhador e sensibilidade de jardineiro, o que nos leva prazerosamente a concluir, que as belas estão se tornando cada vez mais “feras”.
*Faustino Vicente - Consultor de Empresas e de Órgãos Públicos e Professor – e-mail: faustino.vicente@uol.com.br – Jundiaí (Terra da Uva)
quarta-feira, 7 de março de 2012
Recebi por email (e adorei!!!)
segunda-feira, 5 de março de 2012
Um pouco de MARTHA MEDEIROS
Sociedade de mulheres viris - Martha Medeiros
O que não impede que prestemos atenção no que essa metamorfose pode ter de prejudicial. As mulheres se masculinizaram, é fato. Não por fora, mas por dentro. As qualidades que lhes são atribuídas hoje, e as decorrentes conquistas dessa nova maneira de estar no mundo, eram atributos considerados apenas dos homens. Agora ninguém mais tem monopólio de atributo algum: nem eles de seu perfil batalhador, nem nós da nossa afetividade. Geração bivolt. Homens e mulheres funcionando em dupla voltagem, com todos os atributos em comum. Mas seguimos, sim, precisando uns dos outros – como nunca.
Não são poucas as mulheres potentes que parecem conseguir tocar o barco sozinhas, sem alguém que as ajude com os remos. Mas é só impressão. Talvez não precisemos de quem reme conosco, mas há em todas nós uma necessidade ancestral de confirmar a fêmea que invariavelmente somos.
E isso se dá através da maternidade, do amor e do sexo. Se não for possível ter tudo (ou não se quiser), ao menos alguma dessas práticas é preciso exercer na vida íntima, caso contrário, viraremos uns tratores. Muito competentes, mas com a identidade incompleta.
Nossa virilização é interessante em muitos pontos, mas se tornará brutal se chegarmos ao exagero de declarar guerra aos nossos instintos.
Ok, ser mãe não é obrigatório, ter um grande amor é sorte, e muitas fazem sexo apenas para disfarçar o desespero da solidão, mas seja qual for o contexto em que nos encontramos, é importante seguir buscando algo que nos conecte com o que nos restou de terno, aquela doçura que cada mulher sabe que ainda traz em si e que deve preservar, porque não se trata de uma fragilidade paralisante, e sim de uma característica intrínseca ao gênero, a parte de nós que se reconhece vulnerável e que não precisa se envergonhar disso. Se é igualdade que a gente quer, extra, extra: homens também são vulneráveis.
“Cuida bem de mim”, dizia o refrão de uma antiga música do Dalto, e que Nando Reis regravou recentemente. Cafona? Ora, se a gente não se desfizer da nossa prepotência e não se permitir um tantinho de insegurança e delicadeza, a construção desta “nova mulher” terá se desviado para uma caricatura. A intenção não era a gente se transformar no estereótipo de um homem, era?
Cuide-se bem, e permita que os outros lhe cuidem também. Viva o dia internacional dessa porção mulher que anda resguardada demais, mas que não deveria ficar assim tão escondida: não nos desmerece em nada.
Martha Medeiros - Jornal zero hora
domingo, 4 de março de 2012
UM POUCO DE GUIMARÃES ROSA
"Mire veja:o mais importante e bonito,do mundo,é isto:que as pessoas não estão sempre iguais,ainda não foram terminadas-mas que elas vão sempre mudando."
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