
Imagem de Nossa Senhora da Glória e, abaixo, Nossa Senhora da Assunção
ORAÇÃO À N.SRA DA GLÓRIA
Virgem Imaculada, Mãe de Deus e de todos nós, cremos firmemente na vossa assunção triunfal em espírito e corpo ao Céu, onde fostes aclamada Rainha dos Anjos e dos Santos. Nós nos unimos a eles para louvar e bendizer ao Senhor, que vos exaltou sobre todas as criaturas. E nós, pobres pecadores, vos pedimos que purifiqueis os nossos sentimentos para que aprendamos desde agora a perceber Deus no encanto das criaturas.
Nós temos a certeza de que vossos olhos que choravam sobre esta terra, regada pelo sangue de Jesus, se volvem ainda para este mundo cheio de guerras, perseguições, opressão dos justos e dos fracos. Esperamos que vossa luz celeste alivie os sofrimentos de nossos corações, as provações da Igreja e de nossa Pátria.
Nós
cremos, ó Maria, que na glória onde vós reinais, vós sois, depois de
Jesus, a alegria dos anjos e dos santos. Confortados pela fé na futura
ressurreição, olhamos para vós, nossa vida e nossa esperança.
Mostrai-nos, um dia, o fruto bendito de vosso ventre, ó clemente, ó
piedosa, ó virgem Maria. Amém.
"A tristeza impede a livre atuação do Espírito Santo em nossa alma!" (Pe.Pio)
"Há pessoas tão tolas que pensam poder passar a vida sem o auxílio de Nossa Senhora!" (Pe.Pio)
"Em suas ações não busque maior ou menor mérito, mas a forma de dar maior honra e glória a Deus.(Pe.Pio)
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HISTÓRIA DE N.SRA DA GLÓRIA
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HISTÓRIA DE N.SRA DA GLÓRIA
Maria aparece pela ultima vez nos escritos do
Novo Testamento no primeiro capítulo nos Atos dos Apóstolos: ela está no
meio dos apóstolos, em oração no cenáculo, aguardando a descida do
Espírito Santo. Esta celebração foi decretada no Oriente no séc. VII,
com um decreto do imperador bizantino Maurício. No mesmo século a festa
da Dormitio ( significa passagem para outra vida) foi introduzida também
em Roma por um papa oriental, Sérgio I. Mas passou-se um século antes
que o termo dormítio cedesse o lugar àquele mais explícito de Assunção.
A definição dogmática, pronunciada por Pio XII em 1950, declarando que Maria não precisou aguardar, como as outras criaturas, o fim dos tempos, para obter a ressurreição corpória, quis pôr em evidência o caráter único da sua santificação pessoal, pois o pecado nunca ofuscou, nem por um instante, o brilho de sua alma. A união definitiva, espiritual e corporal do homem com Cristo glorioso, é a fase final e eterna da redenção. Assim os santos, que já tem a visão beatífica, estão se certo modo aguardando a plenitude final da redenção, que em Maria já havia acontecido com a singular graça da preservação do pecado.
Jesus e Maria estão realmente associados na dor e no amor para espiarem a culpa dos nossos progenitores. Maria é portanto não só a Mãe do Redentor, mas também a sua cooperadora, a ele intimamente unida na luta e na decisiva vitória. Essa íntima união requer que também Maria triunfe, como Jesus, não somente sobre o pecado mas também sobre a morte, os dois inimigos do gênero humano. Como a redenção de Cristo tem a sua conclusão com a ressurreição do corpo, também a vitória de Maria sobre o pecado, com a Imaculada Conceição, devia ser completa com a vitória sobre a morte mediante a glorificação do corpo, com a Assunção, pois a plenitude da salvação cristã é na participação do corpo na glória celeste.
A definição dogmática, pronunciada por Pio XII em 1950, declarando que Maria não precisou aguardar, como as outras criaturas, o fim dos tempos, para obter a ressurreição corpória, quis pôr em evidência o caráter único da sua santificação pessoal, pois o pecado nunca ofuscou, nem por um instante, o brilho de sua alma. A união definitiva, espiritual e corporal do homem com Cristo glorioso, é a fase final e eterna da redenção. Assim os santos, que já tem a visão beatífica, estão se certo modo aguardando a plenitude final da redenção, que em Maria já havia acontecido com a singular graça da preservação do pecado.
Jesus e Maria estão realmente associados na dor e no amor para espiarem a culpa dos nossos progenitores. Maria é portanto não só a Mãe do Redentor, mas também a sua cooperadora, a ele intimamente unida na luta e na decisiva vitória. Essa íntima união requer que também Maria triunfe, como Jesus, não somente sobre o pecado mas também sobre a morte, os dois inimigos do gênero humano. Como a redenção de Cristo tem a sua conclusão com a ressurreição do corpo, também a vitória de Maria sobre o pecado, com a Imaculada Conceição, devia ser completa com a vitória sobre a morte mediante a glorificação do corpo, com a Assunção, pois a plenitude da salvação cristã é na participação do corpo na glória celeste.
- Sincretismo da Nossa Senhora da Glória: Yemanjá
- Devoção da Nossa Senhora da Glória: Ela é gloriosamente recebida no céu, após sua dormição, tornando-se Rainha do céu e da terra.
- Data Comemorativa: 15 de Agosto.







