SEJAM BEM VINDOS!!!


quarta-feira, 5 de setembro de 2012

(DOC) Maria Bethânia do Brasil - Legendado - Parte 07

Filme belíssimo...vi ontem no GNT e voltei no tempo...me revi mocinha ainda no Rio de Janeiro,indo ao Teatro Opinião ver Bethânia cantar e, ao voltar para a fazenda, em estado de graça, comentar com as amigas sobre a beleza da voz desta baiana arretada, sobre o seu jeito natural de cantar com os pés descalços, sobre o seu carisma incrível que nos deixava a todos reféns de sua interpretação divina.Tempos que não voltam mais e que este filme resgatou com perfeição.
Aconselho a todos, fãs e não fãs(existem?) de Bethânia, recomendo  entusiasticamente , como ardente e sagitariana fã , desta que, para mim ,é um ícone da nossa música popular brasileira.

sábado, 1 de setembro de 2012

Homenagem à Tarsila



Tarsila do Amaral nasceu em 1º de setembro de 1886 na Fazenda São Bernardo, município de Capivari, interior do Estado de São Paulo. Filha de José Estanislau do Amaral e Lydia Dias de Aguiar do Amaral. Era neta de José Estanislau do Amaral, cognominado “o milionário” em razão da imensa fortuna que acumulou abrindo fazendas no interior de São Paulo. Seu pai herdou apreciável fortuna e diversas fazendas nas quais Tarsila passou a infância e adolescência.

Operários
Estuda em São Paulo no Colégio Sion e completa seus estudos em Barcelona, na Espanha, onde pinta seu primeiro quadro, “Sagrado Coração de Jesus”, aos 16 anos. Casa-se em 1906 com André Teixeira Pinto com quem teve sua única filha, Dulce. Separa-se dele e começa a estudar escultura em 1916 com Zadig e Mantovani em São Paulo. Posteriormente estuda desenho e pintura com Pedro Alexandrino. Em 1920 embarca para a Europa objetivando ingressar na Académie Julian em Paris. Frequenta também o ateliê de Émile Renard. Em 1922 tem uma tela sua admitida no Salão Oficial dos Artistas Franceses. Nesse mesmo ano regressa ao Brasil e se integra com os intelectuais do grupo modernista. Faz parte do “grupo dos cinco” juntamente com Anita Malfatti, Oswald de Andrade, Mário de Andrade e Menotti del Picchia. Nessa época começa seu namoro com o escritor Oswald de Andrade. Embora não tenha sido participante da “Semana de 22” integra-se ao Modernismo que surgia no Brasil, visto que na Europa estava fazendo estudos acadêmicos.
Volta à Europa em 1923 e tem contato com os modernistas que lá se encontravam: intelectuais, pintores, músicos e poetas. Estuda com Albert Gleizes e Fernand Léger, grandes mestres cubistas. Mantém estreita amizade com Blaise Cendrars, poeta franco-suiço que visita o Brasil em 1924. Inicia sua pintura “pau-brasil” dotada de cores e temas acentuadamente brasileiros. Em 1926 expõe em Paris, obtendo grande sucesso. Casa-se no mesmo com Oswald de Andrade. Em 1928 pinta o “Abaporu” para dar de presente de aniversário a Oswald que se empolga com a tela e cria o Movimento Antropofágico. É deste período a fase antropofágica da sua pintura. Em 1929 expõe individualmente pela primeira vez no Brasil. Separa-se de Oswald em 1930.
Em 1933 pinta o quadro “Operários” e dá início à pintura social no Brasil. No ano seguinte participa do I Salão Paulista de Belas Artes. Passa a viver com o escritor Luís Martins por quase vinte anos, de meados dos anos 30 a meados dos anos 50. De 1936 à 1952, trabalha como colunista nos Diários Associados.
Nos anos 50 volta ao tema “pau brasil”. Participa em 1951 da I Bienal de São Paulo. Em 1963 tem sala especial na VII Bienal de São Paulo e no ano seguinte participação especial na XXXII Bienal de Veneza. Faleceu em São Paulo no dia 17 de janeiro de 1973.
Estamos em São Paulo, no longínquo ano de 1917, no bem instalado ateliê do pintor Pedro Alexandrino Borges, outrora paisagista, mas que, neste instante, se dedica a pintar quase que tão somente naturezas-mortas.
Foi seu professor, Almeida Júnior, que lhe desviou os passos, quando, ao ver um quadro com frutas e flores, que o aluno acabara de pintar, disse-lhe impressionado: «Não pinta senão isso. É a tua arte.»

Abaporu
Não se sabe se o conselho foi ajuizado, mas o certo é que, desde então, esse passou a ser o gênero preferido do pintor, que agora encontramos, em 1917, já sexagenário. E não só pintava naturezas-mortas, como também era o que ensinava aos alunos, com rédea curta, dentro dos cânones da arte acadêmica, sem permitir-lhes qualquer desvio ou experiência com os novos estilos que faziam furor na Europa e, de maneira ainda incipiente, começavam a chegar ao Brasil.
Ao seu lado se acha a mais nova aluna, nova nas artes, pois iniciava seu aprendizado já com 31 anos, idade em que muitos outros já tinham galgado o patamar da fama. Mas Tarsila – pois é dela que estamos falando – era uma aluna aplicada e mostrava bastante aptidão, animando o mestre, que esperava fazê-la uma artista razoável no gênero.

Encontro com o destino

A porta se abre e entra outra jovem, aparentemente da mesma idade mas, pelo diálogo que mantêm com o mestre, percebe-se que a recém-chegada tem um apreciável desenvolvimento, demonstrando bastante familiaridade com a arte. Não buscava as primeiras noções, nem um aperfeiçoamento artístico: Ferida com recentes experiências, punha de lado a arte que sabia fazer, para, no mais velho estilo, aprender a pintar também, naturezas-mortas.
As duas jovens se apresentam, uma à outra, e desenvolvem animada conversação, tão à vontade que, quem as visse, pensaria tratar-se de amigas da infância. Inicia-se naquele momento uma longa, dedicada e proveitosa amizade entre Tarsila do Amaral e Anita Malfatti, uma amizade em que as duas se apoiam, uma à outra, e se complementam.
Tarsila, três anos mais velha e segura de si, foi o esteio de Anita, que era tímida e se achava numa fase de total desorientação, após as críticas que recebera em sua exposição modernista. Anita, por sua vez, artista experiente, deu a Tarsila o impulso de que necessitava. A partir daquele instante, uma e outra, cada uma por seu estilo próprio, se preparavam para alçar vôo e conquistar uma fama longa e duradoura.

Fonte:: www.pitoresco.com.br
Tarsila do Amaral





onte: www.pitoresco.com.br
Tarsila do Amaral

domingo, 26 de agosto de 2012

Um pouco de Pablo Neruda

Pablo Neruda - Tu eras também uma pequena folha

Tu eras também uma pequena folha
que tremia no meu peito.
O vento da vida pôs-te ali.
A princípio não te vi: não soube
que ias comigo,
até que as tuas raízes
atravessaram o meu peito,
se uniram aos fios do meu sangue,
falaram pela minha boca,
floresceram comigo.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

A ADIADA ENCHENTE

A ADIADA ENCHENTE

 Velho, não. Entardecido, talvez. Antigo, sim. Me tornei antigo porque a vida, tantas vezes, se demorou. E eu a esperei como um rio aguarda a cheia. Mia Couto

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

DIA DE N.SRA DA GLÓRIA

>



Imagem de Nossa Senhora da Glória e, abaixo, Nossa Senhora da Assunção
Nessa quarta-feira, 15, a Igreja festeja a Solenidade da Assunção de Nossa Senhora ou Dia de Nossa Senhora da Glória. Embora as duas imagens sejam representadas de maneira diferente, trata-se da mesma festa litúrgica, pois se celebra a glorificação da Virgem Maria coroada como rainha do céu e da terra.

 


ORAÇÃO À N.SRA DA GLÓRIA




Virgem Imaculada, Mãe de Deus e de todos nós, cremos firmemente na vossa assunção triunfal em espírito e corpo ao Céu, onde fostes aclamada Rainha dos Anjos e dos Santos.  Nós nos unimos a eles para louvar e bendizer ao Senhor, que vos exaltou sobre todas as criaturas.  E nós, pobres pecadores, vos pedimos que purifiqueis os nossos sentimentos para que aprendamos desde agora a perceber Deus no encanto das criaturas.
Nós temos a certeza de que vossos olhos que choravam sobre esta terra, regada pelo sangue de Jesus, se volvem ainda para este mundo cheio de guerras, perseguições, opressão dos justos e dos fracos.  Esperamos que vossa luz celeste alivie os sofrimentos de nossos corações, as provações da Igreja e de nossa Pátria.

Nós cremos, ó Maria, que na glória onde vós reinais, vós sois, depois de Jesus, a alegria dos anjos e dos santos.  Confortados pela fé na futura ressurreição, olhamos para vós, nossa vida e nossa esperança.  Mostrai-nos, um dia, o fruto bendito de vosso ventre, ó clemente, ó piedosa, ó virgem Maria.  Amém.

"A tristeza impede a livre atuação do Espírito Santo em nossa alma!" (Pe.Pio)

"Há pessoas tão tolas que pensam poder passar a vida sem o auxílio de Nossa Senhora!" (Pe.Pio)

"Em suas ações não busque maior ou menor mérito, mas a forma de dar maior honra e glória a Deus.(Pe.Pio)

................................................................................................................
HISTÓRIA DE N.SRA DA GLÓRIA

Maria aparece pela ultima vez nos escritos do Novo Testamento no primeiro capítulo nos Atos dos Apóstolos: ela está no meio dos apóstolos, em oração no cenáculo, aguardando a descida do Espírito Santo. Esta celebração foi decretada no Oriente no séc. VII, com um decreto do imperador bizantino Maurício. No mesmo século a festa da Dormitio ( significa passagem para outra vida) foi introduzida também em Roma por um papa oriental, Sérgio I. Mas passou-se um século antes que o termo dormítio cedesse o lugar àquele mais explícito de Assunção.
A definição dogmática, pronunciada por Pio XII em 1950, declarando que Maria não precisou aguardar, como as outras criaturas, o fim dos tempos, para obter a ressurreição corpória, quis pôr em evidência o caráter único da sua santificação pessoal, pois o pecado nunca ofuscou, nem por um instante, o brilho de sua alma. A união definitiva, espiritual e corporal do homem com Cristo glorioso, é a fase final e eterna da redenção. Assim os santos, que já tem a visão beatífica, estão se certo modo aguardando a plenitude final da redenção, que em Maria já havia acontecido com a singular graça da preservação do pecado.
Jesus e Maria estão realmente associados na dor e no amor para espiarem a culpa dos nossos progenitores. Maria é portanto não só a Mãe do Redentor, mas também a sua cooperadora, a ele intimamente unida na luta e na decisiva vitória. Essa íntima união requer que também Maria triunfe, como Jesus, não somente sobre o pecado mas também sobre a morte, os dois inimigos do gênero humano. Como a redenção de Cristo tem a sua conclusão com a ressurreição do corpo, também a vitória de Maria sobre o pecado, com a Imaculada Conceição, devia ser completa com a vitória sobre a morte mediante a glorificação do corpo, com a Assunção, pois a plenitude da salvação cristã é na participação do corpo na glória celeste.
  • Sincretismo da Nossa Senhora da Glória: Yemanjá
  • Devoção da Nossa Senhora da Glória: Ela é gloriosamente recebida no céu, após sua dormição, tornando-se Rainha do céu e da terra.
  • Data Comemorativa: 15 de Agosto.